Outubro: Mês das missões, da Padroeira do Brasil e do Sínodo da família

nossa_senhora_aparecida_4

Foto: Divulgação

Este mês é outubro, quando a Igreja medita temas como a missão, cuja padroeira é, ao lado de São Francisco Xavier, Santa Teresinha celebrada no dia primeiro. Também é o mês do rosário, uma vez que, celebramos Nossa Senhora do Rosário no dia 07. Aliás, outubro é um mês rico em comemorações. Aqui no Brasil, nós católicos nos alegramos de além da padroeira das missões e da Virgem do Rosário, comemorarmos também no nosso calendário religioso outros santos como: Dia 02, os Santos Anjos da Guarda, dia 04, São Francisco de Assis, dia 05, São Benedito, dia 12, N. Sra. Aparecida (Padroeira do Brasil), dia 15, Santa Tereza D’ávila (Padroeira dos Professores), dia 16, Santa Margarida Maria Alacoque (Mensageira do Coração de Jesus), dia 18, São Lucas Evangelista (Padroeiro dos Médicos), dia 20, São Pedro de Alcântara (Padroeiro principal do Brasil), dia 25, Santo Antônio de Santana Galvão (“Frei Galvão”, o primeiro santo brasileiro), dia 28, São Simão e São Judas Tadeu (Padroeiro dos funcionários públicos).

Neste mês de outubro de 2015, na cidade de Roma, vai acontecer do dia 04 ao 25, a XIV Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos abordando o tema: “A vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo.”, ou seja a segunda e final etapa do “Sínodo da Família”. Deus na sua infinita bondade, se apresenta a nós como família. Divina família de amor nas suas três pessoas, Pai, Filho e Espírito Santo. Deus se fez homem como nós e se encarnou. Assim sendo, nasceu Jesus numa família humana, escolhendo para si uma mãe, Maria de Nazaré e não abriu mão de ter um pai, que chamaríamos hoje de “pai do coração”, São José, o carpinteiro. Sejamos otimistas com as decisões deste Sínodo, a Igreja jamais vai deixar o seu importante papel de defender os valores a permear a vida familiar. Como fruto deste Sínodo, temos a atitude do Papa Francisco ao escrever um “Motu proprio” tornando mais simples e rápido, também menos dispendioso e gratuito se for o caso, os processos de nulidade matrimonial ao desejar que cada diocese tenha o seu Tribunal Eclesiástico. Assim foi explicado na sala de imprensa da Santa Sé: “O objetivo do Papa não é favorecer a nulidade dos matrimônios, mas a rapidez dos processos: simplificar, evitando que por causa de atrasos no julgamento, o coração dos fiéis que aguardam o esclarecimento sobre seu estado “não seja longamente oprimido pelas trevas da dúvida”.

Pe. Marcos Paulo Pinalli da Costa, Pároco da Paróquia São João Batista em São João da Barra, Assistente Eclesiástico para as Irmandades e Novas Comunidades, membro do Conselho Presbiteral e Juiz Auditor da Câmara Eclesiástica da Diocese de Campos RJ.

1 Comentário

  1. Isso é uma verdadeira obra que Deus vai fazer na vida de muita gente! E a renovação carismática católica!

    Reply

Comente